México e Itália: Esforço contra obesidade infantil

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México e Itália: Esforço contra obesidade infantil

México e Itália: Esforço contra obesidade infantil

México e Itália: Esforço contra obesidade infantil

A obesidade é para muitos especialistas, a epidemia do Século XXI, com cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo padecendo dela, o problema deve ser tratado para além da ótica da aparência física.

As causas do descontrole de peso e o aumento da gordura corporal como problemas de colesterol, dano hepático, e o desenvolvimento de Diabetes e hipertensão arterial, são igualmente problemas graves de saúde que se tornam cada vez mais preocupantes em todo o mundo.

Para compreender o problema em sua totalidade, é necessário ampliar o campo para além das questões meramente biológicas, e a par dos estudos médicos também devem ser retomadas as causas culturais (que não são poucas) e que as coisas estão acontecendo ao redor deste problema.

Precisamente com este espírito de pesquisa, cientistas do México e Itália farão uma pesquisa sobre os elementos culturais da infância em ambos os países, para propiciar o aumento de peso.

Hersch Goldbard, titular do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia do México (Conacyt), mencionou sobre esta pesquisa que tem como objetivo localizar os fatores culturais, bem como as circunstâncias e os ambientes das crianças em seus locais de desenvolvimento, como casa e escola. Igualmente, esclareceu que este estudo se propõe a abranger apenas a perspectiva do ambiente infantil, sem implicar a tomada de amostras de sangue ou medidas corporais.

Por seu lado, o especialista italiano em obesidade Dario Gregori, disse que durante a investigação incluirá o ponto de vista das crianças, assim como o dos pais de família e professores, pois, disse : “o mais interessante de estudos anteriores é que as crianças sabem até onde parar, de forma natural, mas a pressão familiar por comer mais, assim como a falta de atividade física e uma maior exposição à televisão provocou esta medida natural de as crianças se veja alterada”.

O estudo será realizado durante os próximos três anos em dois grupos de 60 crianças em idade escolar, em uma escola de San Luis Potosí, México e outro na cidade de Turim, Itália.

Com informações da EFE

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